Organize os riscos psicossociais no PGR

Veja o que mudou na NR-1 e como registrar riscos, ações e evidências sem espalhar tudo entre planilhas, e-mails e documentos

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O que mudou na prática

A NR-1 organiza como a empresa identifica e acompanha os riscos do trabalho. O registro disso é o PGR, onde ficam a lista de riscos, o plano de ação e os critérios usados.

Com a Portaria MTE 1.419, de agosto de 2024, os fatores psicossociais entraram nesse processo: excesso de trabalho, metas difíceis de cumprir, assédio, falta de apoio e problemas na forma como o trabalho é organizado. Quando aparecem na operação, são avaliados e tratados como os outros riscos ocupacionais.

O que o STF decidiu

Em junho de 2026 o STF suspendeu as multas ligadas ao risco psicossocial e confirmou a decisão em agosto. A regra continua fazendo parte da NR-1.

Por isso a empresa ainda precisa entender como esses riscos aparecem na operação e organizar a avaliação, o registro e o acompanhamento.

Quem precisa olhar para isso

Empresas com empregados precisam considerar os riscos psicossociais na gestão de saúde e segurança do trabalho.

Há dispensas: o MEI está dispensado do PGR, e microempresa e empresa de pequeno porte podem ser dispensadas se forem de grau de risco 1 ou 2, não tiverem exposição a agente químico, físico ou biológico no primeiro levantamento e emitirem a declaração digital.

Mesmo dispensada do documento, a empresa segue responsável pelas medidas de prevenção da própria atividade.

Como fazer a avaliação

A NR-1 não obriga a empresa a usar um questionário específico. O levantamento pode combinar entrevistas, conversas com as equipes, observação do trabalho, questionários e outras formas de avaliação. Ele precisa cobrir todo tipo de trabalho: presencial, remoto, híbrido e home office.

O que importa é usar um método que faça sentido para a operação, registrar como a avaliação foi feita e guardar o resultado junto das ações que vierem depois. Foi justamente a falta de receita na norma que o Supremo apontou ao suspender as multas.

O que mudou na prática

Conteúdo revisado em 22/09/2026

Onde as empresas costumam travar

O problema costuma aparecer quando riscos, ações e evidências estão em lugares diferentes

Risco fora do inventário

A empresa já registra outros riscos, mas os fatores psicossociais ainda não entraram no inventário.

Ação sem responsável

A ação existe, mas ninguém sabe quem é o responsável, qual é o prazo ou se ela foi concluída.

Evidência espalhada

Quando alguém pede uma evidência, a equipe procura e-mails, anexos, listas e prints para descobrir o que foi feito.

Como a MetaHuman organiza esse processo

O risco identificado, a ação tomada e a evidência ficam ligados no mesmo lugar

01

Risco registrado

No inventário de riscos

O risco fica registrado com data, origem e vínculo com a área, o posto ou a função onde foi identificado.

02

Ação com responsável

Com prazo e andamento

Cada ação fica ligada ao risco que a originou, com responsável, prazo e acompanhamento.

03

Evidência registrada

Autor, data e anexo

Quando a ação é concluída, ficam registrados autor, data e anexos para consulta depois.

Veja os riscos por área e por unidade

Acompanhe o que acontece em diferentes partes da operação sem juntar informação de várias fontes

Riscos por área

Veja quais riscos aparecem em cada área e onde estão os casos mais críticos.

Unidades no mesmo painel

Reúna unidades, frentes de trabalho e empresas contratadas em uma única visão.

Veja como isso se conecta à gestão de SST

Inspeções, ocorrências, documentos e planos de ação ficam ligados ao mesmo processo de gestão de riscos

Perguntas frequentes

Quer organizar a NR-1 sem espalhar tudo em planilhas?

Fale com um especialista e veja como organizar riscos, ações, responsáveis e evidências na MetaHuman

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