A ocorrência chega ao painel dias depois de acontecer

O registro sai do campo no momento do evento, já ligado à área, ao responsável e ao plano de ação, com o encaminhamento visível até a conclusão

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A norma manda analisar o que aconteceu

A NR-1 diz que a organização precisa analisar os acidentes e as doenças relacionadas ao trabalho, o que exige uma etapa de apuração depois do registro do evento. O método dessa apuração fica por conta da empresa.

Os dispositivos de acompanhamento pedem o monitoramento planejado das medidas de prevenção e a correção das que forem consideradas ineficazes. A ocorrência é um dos elementos dessa avaliação. Na operação, isso significa encaminhar o evento para uma medida com responsável.

Do evento até o fechamento

O que entra como ocorrência

Incidente, acidente, quase-acidente e desvio observado chegam pelo mesmo canal de registro. O quase-acidente é o que mais se perde na operação, porque não deixa consequência visível e depende de alguém achar que vale relatar.

A apuração

A apuração identifica causas e fatores contribuintes conforme o método que a empresa adota e termina numa medida corretiva com responsável e prazo. Sem esse encaminhamento o evento fica documentado e a operação continua igual. A plataforma guarda para essa etapa o registro do evento e a evidência anexada a ele.

A evidência

Foto, voz e texto capturados no momento do evento entram como evidência da apuração. Cada passo guarda autor, data e anexo. Esse histórico serve para a auditoria e para a operação conferir se a ação foi executada.

O histórico e o que ele mostra

O conjunto de ocorrências de uma área ao longo do tempo mostra onde o mesmo tipo de evento se repete. A equipe usa esse histórico para revisar recorrência, medidas tomadas e exposição por área. Na plataforma ele também alimenta os alertas de desvio, que cruzam jornada, escala e sinais de fadiga. O alerta chega ao gestor com a explicação do que o disparou e a evidência anexada.

O painel corporativo reúne unidades, frentes e contratadas no mesmo lugar, com a matriz de risco acompanhando a exposição por área e por risco crítico.

Como a ocorrência acontece na plataforma

Do registro no campo até o histórico da área

01

Registro no campo

Foto, voz ou texto

Quem viu registra na hora, com a captura funcionando sem sinal. A sincronização acontece quando a conexão volta.

02

Classificação

Na entrada do registro

O que foi capturado é estruturado na entrada do registro e vinculado à área, à equipe e ao risco.

03

Ação com responsável

Com prazo definido

A medida corretiva é vinculada ao plano de ação, a um responsável e a um prazo, ficando visível no painel até a conclusão.

04

Histórico da área

Reincidência visível

Cada ocorrência fica ligada à área onde aconteceu, o que expõe o tipo de evento que volta no mesmo lugar.

O que sustenta o processo

Quase-acidente

Evento sem consequência entra pelo mesmo canal do incidente, junto com a abordagem comportamental.

Contratadas no painel

Unidades, frentes e contratadas aparecem no mesmo painel corporativo, que acompanha a exposição por área e por risco crítico.

Trilha para auditoria

A evidência de cada passo fica pronta para a auditoria e para o órgão regulador.

Perguntas frequentes

Veja a gestão de ocorrências na sua operação

Na demonstração você vê o registro sair do campo e chegar ao painel com responsável e prazo

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